quarta-feira, 11 de novembro de 2009

UM PINGO CAIU (Eva Caixeta)



Um pingo caiu!
Não sujou,
molhou
Um limite restrito
único
Rapidamente secou
Caracterizando
Uma figura ímpar
Apenas uma lágrima
Que chorei por você...


*Eva Caixeta é professora e poetisa (Machado-MG)

terça-feira, 10 de novembro de 2009

NICOLE MARCELLO (pianista)

Nicole Alvarenga Marcelo iniciou seus estudos de piano aos cinco anos, em Caçapava, sua cidade natal.
Aos dezesseis anos ingressou no conservatório de Música Fêgo Camargo, em Taubaté, onde estudou piano com a professora Alice Âncora da Luz, violão com o professor Jimi Ferreira e canto com a professora Valéria Féres.
 
Em Caçapava, estudou Harmonia e Solfejo com o Professor Amador da Cunha Pinto, ex-discípulo de Oswaldo Lacerda.

Também em Caçapava, ministrou aulas particulares de piano para crianças, jovens, adultos e para a terceira idade.

No presente momento, dá continuidade aos seus estudos de piano na Escola de Música da UFRJ, com a Professora e Pianista Tamara Ujakova. Participa também do coral sinfônico da UFRJ, sob a regência da professora Valéria Mattos, o qual se apresenta regularmente no circuito musical do Rio de Janeiro.

Atualmente, desenvolve também um trabalho com crianças e adolescentes, dando aulas de piano e iniciação musical.
CONTATOS:
Nicole Marcelo - Rio de Janeiro, RJ - Brasil
Telefones: (21) 2574-9312 e (21) 8723-3445 — e-mail: nicole_a_marcello@yahoo.com.br

sábado, 7 de novembro de 2009

Antologia "FOLHAS DE ESPANTOS"

Boa noite Carlos Alberto, como vai?
Gostaria de pedir se poderia divulgar o lançamento, no Fanzine Cultural, da antologia Folhas de Espantos, da editora Folha da Baixada.
O convite, banner e capa seguem em anexo. E desde já é nosso convidado para esse evento.
Se precisar de mais informações me avise, ok?
Abraços
Georgette Silen
 



 
 

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

GRUPO DE TEATRO ARTE EM CENA (apresenta...) Machado-MG


ESCOLA ESTADUAL RUBENS GARCIA (MACHADO-MG)


quarta-feira, 28 de outubro de 2009

ACORDA ISRAEL!



Lamentai Israel!
Chore o teu sangue
Gota a gota...
Pingente!
Em árida face.

Murchai a tua vida,
Secai as entranhas,
Lento...
Lentamente!
Em teu âmago bélico!



Lamentai Israel!
Vendai os teus olhos,
Míopes:
Vazados...
Em órbitas lacradas!

Murchai o teu orgulho
Emudecendo-te a voz,
Gaga e
Rouca...
No silêncio da tumba!

Lamentai Israel!
O abandono de Deus
Passo a passo...
Caindo no vácuo!

Chorai... Órfã!
Às migalhas,
Farelo a farelo...
Do festim do Céu.

Lamentai Israel!
A chacina vil,
Petardos, metralhas...
Sobre meninos!

Chorai desgraçados
O parir das bombas,
Impactos,
Hecatombes...
Contra os idosos!

Lamentai Israel!
O fio da espada,
Gélido,
Penetrante...
No ventre de mulheres!

Chorai infelizes!
Bíblico povo de Deus,
Trêmulos,
Hesitantes,
Agora... Ímpios ateus!

Lamentos e lágrimas
Purificando a alma:
Devagar...
Seguidamente!
Pára o puro lapidar!

Recolhei às tuas armas,
Abriga-te no templo,
Orando, rezando,
Redimindo...
Dando bom exemplo!

Saneai os teus irmãos!
Expurgando os maus,
Um a um...
Todos!
Purificando os justos!

Assim, oh Israel!
Nação de Deus bendita!
Voltarás... Para sempre!
Ao seio de Emanuel.

Às tuas fronteiras
Alastrar-se-ão
À frente...
Circundante!
Absorvendo a todos!

Troque armas e munições
Por alimentos e flores,
Abraços, apertos de mãos,
E a palavra do Redentor!

De um povo confinado
Transfigurarás em bonança:
Parábolas/ salmos/ louvores!
Frutos da...
ETERNA ALIANÇA!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A CULPA É DE QUEM? (José Arimatéia de Macedo)

Estes últimos acontecimentos ocorridos no Rio de Janeiro, inclusive a derrubada de uma aeronave do Estado pelos delinqüentes, é a amostra de um ensaio de como se encontra nossa sociedade. O governo do Rio perdeu totalmente o controle da situação no seu direito de manter a ordem.


E o pior de tudo é que esta condição se repete em todo o país, ainda que guardada as devidas proporções. Diga-se de passagem, que a situação está começando a se complicar, devido à transformação do grande traficante da metrópole em vários pequenos traficantes do interior, motivado pela repressão.

E a pergunta que insiste em não calar: a culpa da perpetuação desta questão é de quem? Seria mesmo do governo? A sociedade deveria ser a culpada? A quem caberia o ônus de todo o impacto causado por este assunto?

Os governos Federais e Estaduais desdenharam e não ocuparam, na favela, seus espaços de fato e de direito. Não dispuseram para os moradores os serviços de água, luz, escolas, assistência médica, transporte, e outros, facilitando a ascensão do tráfico. Outrossim, as ínfimas aplicações de recursos pelas duas esferas governamentais em segurança pública também favorece os criminosos. Foram e são dois erros graves. E os tornam culpados.

No entanto seria a sociedade civil a portadora da maior parcela de responsabilidade por tudo que está ocorrendo no Rio de Janeiro, e em todo o território nacional.

À classe social mais abastada caberia uma percentagem maior da culpa, quiçá toda. É ela quem sustenta financeiramente esse “status quo”. E dela também surge que protege e acoita.

Prá se realizarem tamanhas proezas criminosas, como abater um avião, assassinar policiais, insultar o Estado, financiar campanhas políticas, as instituições ilegais necessitam de aparelhamento, estratégia, planejamento, apoio político, e por fim armamentos de última geração. E prá se conseguir um grau de organização neste nível, onde estão presentes todas estas ferramentas, precisa-se de dinheiro. É aqui que entra o fundo burguês.

Equipare-se a atitude burguesa de comprar cocaína e outros entorpecentes a um assassinato por encomenda. O mandante do crime de pistolagem é co-autor. A classe média-alta que abastece com cifras enormes de reais os traficantes e contrabandistas de armas deveria ser considerada co-autora desses crimes.


Ao contrário não sofre nenhuma penitência. É nominada usuária de drogas. Quando deveria ser condenada por dar suporte a esta ilegalidade. S
e não houvesse quem comprasse a droga não existiria quem vendesse. A drogaria quebrava. Pura lei de mercado. A culpada é conhecida. Falta coragem aos ricos do bem prá cortarem a própria carne, e extirpar os ricos domal.


* Dr.José Arimatéia de Macedo
http://www.arimateia.med.br/ensaios/prosas_do_ari/prosa_ari_0039.htm

CONHEÇA O "POPPIN"


Popping no início dos anos 70 em uma pequena cidade americana chamada Fresno na Califórnia. Seu criador foi Boogaloo Sam que logo mais formaria um grupo chamo Electric Boogaloo. O Poppin é a evolução de uma dança antiga, o Robot (que era apenas a cópia dos movimentos mecânicos de um robô).
Mas o estilo ficou muito mais complexo, pois, não é tão frio como o Robot, tem muito mais energia e se apropria de movimentos de ilusão, mímica, lown (palhaço), desenhos animados e dança indiana, também foi inspirado por passos usados pelo cantor Jame Brown que ele mesmo chamava de Boogaloo (fazendo ondas pelo corpo).
Boogaloo Sam, eletrificou o Robot e somou ao Boogaloo de James Brown. Do Poppin também surgiu um passo muito conhecido e usado por Michael Jackson, originalmente Back-Slide (deslizar para trás), pois Moonwalk como foi chamado por Michael, na verdade é quando se desliza para frente.

Boogaloo Sam irmão de Poppin Pete que atuou no filme Break Dance, no clipe Beat it de Michael Jackson entre tantos outros, ele também fazia parte do Eletric Boogaloo. 
Apesar de ser criado em Fresno, muitas cidades da região como Backersfield, Sacramento e Compton, desenvolveram seu estilo e passos próprios no Popping. Isso ajudou a desenvolver a dança mais ainda. E quando chegou até o mundo nos anos 80 já era algo extraordinário. 

Grandes dançarinos da segunda geração como Boogaloo Shrimp (Turbo no filme Break Dance) e Poppin Taco (filme Break Dance) ficaram conhecidos no mundo inteiro por causa de suas inovações no Poppin. Muitos dançarinos da primeira geração como Poppin Pete, Skeeter Rabbit continuam na ativa até hoje e viajam o mundo passando para as próximas gerações a verdadeira essência do Poppin. 

http://soulstreetsdance.blogspot.com/2008/12/popping.html


sexta-feira, 23 de outubro de 2009

ENTERRO DE POBRE (Eliane Brun)



Gostaria de indicar a vocês, uma leitura que me deixou muito pensativo. É uma crônica da jornalista Eliane Brun, chamada Enterro de Pobre.

Essa jornalista, captou não somente a morte como tema central, mas todas as suas dimensões. É um relado triste e real, que nos faz perceber o valor do SER humano na sua plenitude. "Não há nada mais triste do que enterro de pobre porque não há nada pior do que morrer de favor. Não há nada mais brutal do que não ter de seu nem o espaço da morte."

Uma boa reflexão a todos.


Foto: http://alalasims.com/maccity/temp1/cap5.php

ENQUANTO O MUNDO TREME A HUMANIDADE PADECE (Antonio Brás Constante)

Um novo terremoto aconteceu na Itália, e quando a terra treme é a humanidade que padece. Tremores que enterram esperanças e pessoas em toneladas de entulho. Tremores que aguçam nossos temores. Trememos frente à força descomunal desses terrores denominados de tremores.

Não é á toa que entre os maiores desastres naturais causadores de mortes ao longo da história estão os terremotos, e em alguns casos os seus primos, os maremotos também conhecidos por alguns como tsunamis.

O ser humano parece que tem problemas com placas. Sejam elas placas de trânsito, placas bacterianas, plaquetas no sangue (que também não deixam de ser placas), ou neste caso as chamadas placas tectônicas, que são formações de rochas subterrâneas. Quando estas placas se movem, todo mundo, literalmente, dança ao ritmo catastrófico de seu deslocamento.

Na realidade o que choca é quando essas gigantescas rochas ocultas aos olhos se chocam, ou se afastam ou ainda quando resolvem fazer outro movimento qualquer, de forma inesperada e brusca, causando os tais abalos sísmicos, que literalmente abalam qualquer estrutura. Grandes prédios caem como se fossem frágeis castelos de cartas de baralho, dessas que as cartomantes não usam. O mundo ao redor parece enlouquecer, ganhar vida, apenas para levar tantos à morte.

Não há para onde correr, ou mesmo se esconder. O que antes era solo firme vira um pandemônio que estremece a sanidade, levando qualquer um às ruínas da loucura. Os abalos são similares a espasmos em um corpo doente. Um corpo que parece tentar alertar que também está de certa forma vivo e merece respeito, já que parasitamos sobre seu peito indefeso. Mas seu apelo justo torna-se injusto frente ao sofrimento causado há tantas almas inocentes, vitima de seu estrondoso gesto fulminante.

O tecido da realidade se rasga, dobrando-se aos caprichos dessas convulsões no seio da própria terra, que um dia nos espera para em seu ventre eternamente repousar. Em momentos como este, compreendemos que todas as nossas ações que por tanto tempo vêem prejudicando e destruindo este mundo, não são nada se comparadas ao simples ato de tremer deste mesmo mundo (em qualquer um de seus vastos recantos).

Habitamos em um planeta, mas mal percebemos suas existência, e seguimos caminhando apressados, sem olhar na face onde pisamos, até ser tarde demais.



EM TEMPO: Depois de tanto tempo acreditando e reclamando que os políticos deste Brasil não ligavam para nada, recebemos uma conta de celular de um de seus filhos, nos lembrando que é muito pior quando eles ligam... (E pior ainda é saber que este fato é apenas um grão de areia em meio ao deserto de imoralidades que acontecem na política).


* Antonio Brás Constante é escritor
E-mail: abrasc@terra.com.br
Site: recantodasletras.uol.com.br/autores/abrasc



NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos). Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".





V FEST DANCE DE MACHADO (MG). VENHAM E DIVIRTAM-SE!


quinta-feira, 22 de outubro de 2009

UM BEIJO AO ENTARDECER



Hoje beijei um anjo
Cujas asas cobriram-me com o seu encanto.
Provei o doce sabor de pêssego
Deleitei-me em seus lábios de mel.

A chuva caiu trazendo pingos de amor
O vento surgiu carregado de frescor;
Suspiros transbordados de desejos
Pele contra pele.

O trovão retumbou
Dentro de nossos corações,
Ávidos por um momento
Congelado no tempo,
Aquecidos pelo calor dos nossos corpos.

O céu se escureceu,
Era hora de partir;
Quiçá um novo dia,
...Uma nova chegada.

 *Agamenon Troyan

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

ÉLIO CAMALLE

 Élio Camalle, é um cantor, compositor, ator e multi-instrumentista. Suas composições já foram interpretadas por Daniel Gonzaga, Fábio Jr., Fernando Cavallieri, Lucina, Patrizia Laquidara. Seus parceiros vão desde o diretor de cinema Alain Fresnot ao compositor Rafael Altério.

A música de Camalle encontra sua origem nos festivais interescolares de música da rede pública de ensino do estado de São Paulo. Filho de retirantes do sertão Baiano, nascido em São Caetano do Sul e posteriormente criado na grande metrópole, teve seu grande encontro com a canção Brasileira nas aulas de canto-coral em um dos maiores colégios estaduais de ensino de primeiro e segundo graus da América Latina, o "Aroldo de Azevedo", na zona leste Paulista. As aulas eram ministradas pelo músico arranjador José Maria Simão, o primeiro mestre.

No programa de televisão da Rede Cultura, o “É Proibido colar”, na década de 80, Camalle, ainda garoto, ingressa de vez no ofício com a canção intitulada, “O Homem”, de sua autoria.
Era um concurso apresentado pelo grande ator Antônio Fagundes. Camalle obteve o primeiro lugar e ganhou para sua escola um microcomputador, contribuindo assim, para a informatização da rede escolar da periferia de São Paulo.

No final da década de 80, conhece o maestro, professor Robson Miguel, que o convida a lecionar violão popular em sua rede de escolas "Curson" (Curso do Robson) na Cidade de Santo André. É neste período que aprimora seus conhecimentos de leitura musical e música erudita.
Decidido que viveria do ofício da música e sentindo falta dos palcos, entra na roda viva dos bailes e bares que ofereciam trabalho para interpretes de música popular. Trabalhou em vários lugares como estes durante o início da década de 90 se dedicando a execução e divulgação do repertório de música Brasileira.


Em 1992, começa a procura por outras formas de manifestação artística e integra o grupo de arte experimental do cantor Oswaldo Montenegro, “Os Menestréis”, e o grupo folclórico de dança, Abaçaí, ampliando sua experiência com o corpo, o ritmo e a dramatização.

Mais tarde no ano de 2000, atuou no musical “Brasil Outros Quinhentos”, do escritor e poeta Millor Fernandes. Ainda na década de 90, assina contrato de dois CDs com a Dabliú-Disco organiza sua literatura musical para a primeira incursão no mercado discográfico com a ajuda do amigo multiinstrumentista e produtor Dino Barioni.

O registro das canções foi feito no estúdio “Fruto da Terra”, em Santo André e alguns dos músicos foram ninguém menos que João Cristal, François Lima, Nahor Gil, Alexandre Damasceno e, claro, Barioni. O primeiro Compact Disc, “Mágicas”, foi lançado em 1998. Foram lançados, pela gravadora, mais dois álbuns do cantor: “Cria”, e “Umdoumdoum”. Este último, uma coletânea autoral e ao vivo, com os compositores Kleber Albuquerque, Luiz Gayotto e Madan e teve grande expressão no cenário da música de vanguarda Paulista, elogiado pelos grandes críticos de música e lançado no ano de 2000.

Na intenção de expandir o trabalho além das fronteiras, gravou o CD “Antes e Depois do Fim do Mundo” (Independente), se mudou para Itália, no ano de 2003. Conheceu o baterista Marco Zanotti e se apresentou em Portugal, Espanha e França.

Em 2005, já no Brasil, sua canção, "Sai da Cruz", é classificada no “Festival da Nova Musica Brasileira”, exibido pela TV Cultura em rede nacional, isso lhe trouxe a possibilidade e elaborar outro álbum. “Bicho Preto” teve grande aceitação no meio musical. Produzido, outra vez, pelo amigo Dino Barioni, o CD ganhou asas foi parar no i-Tunes, ganhou elogio do critico musical Mauro Dias e teve a participação das cantoras internacionais Kana e Patrizia Laquidara.

Revisitando o universo da dramatização em 2008, integra o grupo do musical “Satyros Sons e Fúrya”de Vanessa Bumagny e André Sant"Anna .

Trabalhou na montagem de um set do filme “Linha de Passe” de Walter Salles, atuando junto a José Geraldo Rodrigues, Lilih Curi e Maurílio Domiciliano fazendo figuração especial. Este trabalho lhe rendeu um convite para atuar em 2009, na comédia, "Família Vende Tudo", do diretor Alain Fresnot, onde representa a personagem, "Aió", atuando junto a Caco Ciocler, Luana Piovani, Lima Duarte e Raoní Carneiro, entre outros. Para o filme compôs uma das canções da trilha, o samba, “Vício”, em parceria com Fresnot.

Os projetos não param e paralelamente a essa fase cinematográfica, amadurece e grava uma antiga idéia, o CD “A Felicidade.exe”.


CONTATOS:
Michele Andrade
Assessoria de Comunicação
55 (11) 8429-6553
CAMALLE PRODUÇÕES
camalle.producoes@gmail.com
www.myspace.com/eliocamalleoficial


sexta-feira, 16 de outubro de 2009

1° FESTIVAL TEATRAL DE BONECOS DO GAMA/DF (Gama Festneco)

De 22 a 31 de outubro, acontecerá o 1° Festival de Teatro de Bonecos do Gama, o GAMA FESTINECO. Durante dez dias, a magia do teatro de bonecos estará nos quatro cantos da cidade. Todas as apresentações terão entrada franca.


Além de grupos já conhecidos na região, como Voar Teatro de Bonecos, Cidade dos Bonecos, Titeritar, Pilombetagem e Mistura Intima; participarão do evento outros artistas nacionais e até mesmo internacionais, como por exemplo: o bonequeiro chileno Sérgio Liberona e o artista argentino Sérgio Mercúrio.


“Os bonecos possuem vida própria. Inclusive, não pude trazer uma boneca porque ela está doente”, brincou o artista Sérgio Liberona do grupo Liberarte, que participou recentemente da 3ª Festa Latina Bonequeiros e Brincantes, realizada no último mês, em Águas Lindas-GO, pelo grupo Voar Teatro de Bonecos. No Gama, Liberona apresentará o espetáculo “El Mago de Los Muñecos”.



De acordo com o coordenador do Evento, o bonequeiro Marco Augusto, o Projeto tem o objetivo de oferecer cultura, lazer e diversão a toda população, com uma programação de periodicidade anual, baseada na vocação cultural e turística da cidade e com a linguagem do Teatro de Bonecos. “Serão 40 apresentações para um público estimado em 14.000 pessoas. Todas as atividades propostas neste projeto acontecerão em espaços da cidade: escolas da rede pública, teatros, feiras e ruas”, explicou.



Os espetáculos para o público infantil vão ocorrer nos períodos da manhã e da tarde. À noite, haverá apresentações para o público adulto. Serão disponibilizados ônibus para levar escolas públicas, instituições que trabalhem com crianças carentes e escolas da zona rural.



Contatos:
33855648 / 99013822



Assessor de Imprensa
Flávio Costa
93074595

FONTE: http://acaoculturaldogama.blogspot.com/

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

LADY GODIVA

 FIGURA HISTÓRICA

Godiva foi esposa de Leofric; seu nome deriva do anglo-saxónico Também figura nas Crônicas de Ely, que descrevem Godiva como uma viúva, na ocasião do seu casamento com Leofric. Em 1043, Leofric fundou a Ordem de São Bento em Coventry.

Sua marca, "di Ego Godiva Comitissa diu istud desideravi", aparece na carta de Thorold de Bucknall ao mosteiro beneditino de Spalding. Alguns genealogistas argumentam que Thorold, que aparece no Livro de Domesday como xerife de Lincolnshire, fora provavelmente seu irmão.

Após a morte de Leofric, em 1057, Godiva sobreviveu até ser registrada no Livro de Domesday de Guilherme, o Conquistador, e assim, ser a única mulher a ter um registro como dona de terras após a conquista. Em 1086, quando o registro de Domesday foi feito, Godiva já havia morrido, mas seu nome continuou lá. Algumas fontes mantém que ela morreu em 10 de Setembro de 1067, um ano após a invasão da Inglaterra por Guilherme.

O lugar onde Godiva está enterrada é matéria de especulação. De acordo com uma fonte, ela foi provavelmente enterrada em Evesham. Porém, a escritora Octavia Randolph assegura que Godiva foi enterrada ao lado de seu marido, em Coventry.[carece de fontes?]

 A LENDA

Diz a lenda que a bela Lady Godiva teve pena do povo de Coventry, que sofria com os altos impostos do marido. Lady Godiva apelou a ele tanto que ele concedeu com uma condição: que ela cavalgasse nua pelas ruas de Coventry.

Ela aceitou a proposta e mandou todos os moradores se fecharem em suas casas até que ela passasse. Diz a lenda que somente uma pessoa ousou olhá-la, e ficou cego por consequência. Ao final da história, Leofric retira os impostos mais altos assim mantendo sua palavra.

Uma teoria diz que a nudez de Godiva seria a falta de adereços e jóias preciosas, marcas da nobreza a qual ela pertencia.

De qualquer forma, não há traços da história em fontes contemporâneas à Godiva. Isso aliado a peculiaridades de Coventry faz com que a história titubeie um pouco quanto aos requisitos de veracidade histórica.


FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Lady_Godiva

LIBERTANDO-SE DOS SONHOS (por Adilson Costa)

Em um distante mundo de sonhos
Um homem sonhava acordado,
muitas vezes acreditava no sonho,
outras acordava assustado.

Seus sonhos refletiam seus desejos,
Deixava exposta suas angustias e medos,
o deixava a mercê de outros,
que descobriam seus segredos.

Como seus segredos foram revelados,
esse homem não tinha mais receios,
reunião suas forças,
e colocou seus sonhos no papel,
isso refletia sobre seus atos,
e descobria que podia mais,
somente um passo lhe restava,
um passo importante,
esquecendo o restante,
aprendeu não ser o bastante
somente sonhar,
ele acordou para a vida
e a vitória foi encontrar.

*Adilsoon Costa é poeta
http://adilsoncosta.com/

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

12 DE OUTUBRO, UMA DATA DE REFLEXÃO

Dia 12 de Outubro dia em que é comemorado o Dia das Crianças. Hoje enquanto algumas crianças de família rica estão em segurança brincando com os presentes que ganharam dos pais, no mesmo momento existem crianças passando fome, abandonadas nas ruas e muitas já no mundo da criminalidade.

Como sou criança, o presente que gostaria de ganhar é a consciência de todos os seres humanos. Desejo um mundo melhor sem guerra, violência, desigualdade social, discriminação e ambição, cheio de PAZ e AMOR.

Crianças carentes, moradores de rua, com deficiência física ou mental, negra, branca e indígena, pobre ou rica merecem amor e atenção e devem ser respeitadas como cidadão.

Toda criança contém uma magia, um brilho especial, que ilumina o novo dia e são a esperança do futuro do amanhã! As crianças do continente africano vivem em absoluta miséria, por ser um continente subdesenvolvido, nesta região as crianças não tem acesso a saúde digna e educação.

A maioria dessas crianças está morrendo de desnutrição pela falta de alimento ou com o vírus HIV (doença sexualmente transmissível) conhecido como AIDS. Neste continente já morreram mais de 12 milhões de crianças que já nasceram com o vírus, pois suas mães já tinham sido infectadas antes da gravidez. É preciso solidariedade, a união entre governantes de todas as nações do mundo para ajudar a população desse continente.


*Tainã Almeida


QUE FUTURO TERÃO ESSAS CRIANÇAS?






Crianças desnutridas
Olhos famintos
Em busca de comida
Catando lixo










Dormindo ao relento
Vivendo feito bicho
Sem perspectiva de vida
Abandonadas ao destino













Em absoluta miséria
Sempre em luta constante
Pela sobrevivência











Que futuro terão essas crianças?






 * Fabiana Cruz compositora e poetisa Salvador-Ba.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

ADAURI ALVES (por Thaís Matarazzo)

Conheci o sr. Adauri Alves, no início de 2001. A maioria das manhãs passava a consultar rolos de microfilmes, de diversos periódicos, na Biblioteca Municipal Mário de Andrade. A pesquisa é um trabalho solitário, por vezes, extenso e cansativo. O tema da minha pesquisa era a cantora Aurora Miranda.
Já tinha um bom material compilado. Na sala de microfilmes existiam duas máquinas para consultas, era sempre necessário agendar com bastante antecedência, a procura era grande. Foi numa dessas manhãs, que um senhor, que estava na máquina ao lado, puxou conversa comigo.

Fiquei com certo receio, porque nunca gostei de gente que fala demais, mas no caso, esse senhor a discorrer com muita propriedade sobre a música brasileira, especialmente, sobre a Era de Ouro do Rádio. Ai, eu perguntei: "O sr. bem que poderia me auxiliar na minha pesquisa!", ele disse que sim. Era o sr. Adauri Alves.



Dali nasceu uma amizade muito sincera e bonita. Foi uma das únicas pessoas que me estendeu as mãos, por que, ninguém me dava crédito, uma iniciante.
É incrível o julgamento dos mais velhos com os mais novos nesse sentido. Muitos, com imensa soberba e sisudez, fazem pouco dos jovens, atribuem valores negativos, sem ao menos saber como ele está desenvolvendo seu trabalho.


Quando comecei a pesquisar, não sabia quase nada sobre outros arquivos e bibliotecas da cidade, foi o sr. Adauri, que pacientemente, me levou a outros locais, me mostrava as revistas, jornais, livros, etc; sempre dizia: "- Dentro de uma biblioteca você deve ser antes de tudo um curioso!", ele tem razão. Afirmava que para os pesquisadores e escritores o caminho mais difícil era o "caminho das pedras".


Eu não entendia bem, mas depois descobri que o tal caminho era o conhecimento que você adquire conhecendo os lugares, sua história e seus acervos. Sempre repetia: "Ler sem refletir é comer sem digerir".



Depois de um tempo, o senhor Adauri disse que respeitava meu trabalho de pesquisa, porque era jovem, mas fazia tudo com amor e seriedade. Por diferentes vezes, eu servia de secretária do sr. Adauri, ele partia para entrevistar uma fonte, nos diversos cantos da cidade, eu seguia junto, fotografava, anotava dados, e assim fui me apaixonando pelo jornalismo.


O sr. Adauri é tido muitas vezes por ser uma pessoa rebelde, mas isso tudo porque ele quer mostrar para as pessoas como são alienadas e manipuladas. Em 90% das vezes, sempre é mal interpretado. São poucos que reconhecem seu trabalho, sabedoria e amizade.


Sei que ele nasceu na cidade de Arapongas, no Paraná, terra que nunca deixa de exaltar. Seu pai trabalhou na estrada de ferro, quando o menino tinha oito anos, ficou órfão, tinha seis irmãos mais velhos. Passaram muita necessidade, a mãe passou a lavar roupa para fora. O sr. Adauri é negro, sempre lutou contra o preconceito racial, e assim ensina todos as pessoas da sua raça, para não abaixarem a cabeça, não serem subservientes, está sempre patrocinando e criando núcleos de consciência negra. 
Ele sempre contava que na sua cidade existiam muitos italianos, e que esses eram “negros virados do avesso”, por ser um povo quente e não levar desaforos para casa. Lembrava com carinho, da D. Lúcia, uma italiana que deixou saudades. Já era um menino dinâmico, gostava muito de estudar.


Veio para São Paulo em 1966, foi trabalhar em um açougue, na Consolação, um bairro em ascenção, nobre e onde moravam muitos artistas. Ao realizar as entregas das carnes, conheceu muitas personalidades da época como Roberto Carlos, Hebe Camargo. 
Lembro-me, especialmente, de um episódio que sempre contava: numa tarde foi entregar carnes na casa do Dr. Paulo Machado de Carvalho - dono da Rádio e TV Record; estava conversando com a cozinheira, eis que aparece o dr. Paulo, ordenou que a empregada servisse o almoço ao rapaz, depois perguntou para qual time torcia, Adauri respondeu: "São Paulo Futebol Clube", dias depois recebeu um embrulho, era uma camisa do São Paulo autografada e uma carta do dr. Paulo.


Não teve oportunidade de prosseguir seus estudos, mas sempre devorou livros. O sr. Adauri além de escritor e poeta também foi cantor. Chegou a gravar alguns LP's. Mas, logo, se desiludiu com o mundo artístico e deixou tudo de lado. Foi trabalhar como jornalista, passou a morar na cidade de Franco da Rocha, na grande São Paulo. Escreveu diversos livros, sempre resgatando a memória da cidade de São Paulo e redondezas, futebol, crimes, música, especialmente sobre a loucura. Casou-se e teve uma filha, Ana Lúcia, dentista, de quem fala com profundo orgulho e amor.


Neste mês de setembro faz exatamente dois anos que a Mário de Andrade fechou para reforma, já devia ter sido reaberta, mas as obras não foram concluídas. Recordei com muitas saudades de lá, das minhas pesquisas e também do sr. Adauri.


* Thaís Matarazzo pesquisadora, escritora e futuramente jornalista.



As obras de Thaís Matarazo, todas feitas em São Paulo, têm uma tiragem de 10 exemplares cada, distribuídas em bibliotecas, museus e arquivos de São Paulo e Rio de Janeiro



* Lírio do Amor - poesias - 2001
* Nas Ondas de Aurora Miranda, a outra pequena notável - 2002
* Nas Ondas: Sylvinha Melo, a bonequinha do Rádio- 2003
* Estrelas do Rádio Carioca (Cantoras anos 30: Cirene Fagundes, Madelou Assis, Glorinha Caldas, Marilú, Carmen Barbosa e Neyde Martins) - 2003
* Elisa Coelho, o pássaro cantador - 2003
* Nossas Cantoras de Rádio (Cantoras Rádio paulista, anos 30: Dolly Ennor, Helena Pinto de Carvalho, Sônia Carvalho, Agripina, Laís Marival, Alzirinha Camargo, Roxane e Cida Tibiriça) - 2004
* Dois Sambistas do Barulho -2004
* Elsa Laranjeira, a voz docura - 2005
* Simplesmente Maysa - 2005
* Odete Amaral, a voz tropical - 2005
* Neyde Fraga, a voz veludo - 2006
* Cidália Meireles, a voz de Portugal - 2006
* Cinderela, "a bonequinha" do Rádio Paulistano - 2007



Contato:



thmatarazzo@gmail.com

MAYDA RODRIGUES


Mayda Rodrigues nasceu em Machado (MG) em 1987. Seus pais são Marcos Nogueira Dionísio e Maria José Rodrigues Dionísio.

Desde pequena, sentiu-se atraída pelas estórias de Monteiro Lobato. Mergulhou profundamente nos romances de Machado de Assis, Jorge Amado, Guimarães Rosa, Sydney Sheldon e, nas poesias de Carlos Drummond de Andrade.

No Ensino Fundamental participou de vários concursos de poesias da escola Paulina Rigotti. Hoje, ela cursa o 1º ano de Letras no CESEP. Em breve, estará realizando o seu maior sonho: escrever um livro.
Aprecia Legião Urbana, Capital Inicial; Heavy e Death Metal. Entre seus filmes favoritos estão: O mercador de Veneza, Bicho de Sete Cabeças, Carandiru e Constantine.